Quando me mudei para a habitação em que resido neste momento, já lá vão uns 12 anos, recordo-me perfeitamente de me debater com um problema de adaptação.
A sanita, por ter uma inclinação muito superior à que estava habituado, fazia com que o produto do meu ânus caísse, a pique, directamente na água.
Sem a resistência oferecida pelas loiças sanitárias, é óbvio que se faziam sentir salpicos que, de forma gentil, aconchegavam o meu traseiro. Ainda que melindrado por esta situação (que me causava arrepios), caguei no caso.
Tenho uma vizinha de blog que escreve muito bem mas que se perde com frequência a fazê-lo sobre o Amor. Na verdade, a especialidade dela é
cócó.Recordo com alguma nostalgia uma frase que me disse na primeira vez que falei com ela fora do mundo virtual. Era mais ou menos isto: "Quando estive no Algarve não caguei durante 5 dias e lembrei-me de ti". Admitindo que é comovente, aguentei firme e não verti uma gota de diarreia.
Impulsionado pelo último post desta Dama da Merda, resolvi avançar com este tema e colocar aqui uma foto tirada a pensar em vocês.

Mas que merda é esta?
Sabem porque é que se lava as mãos depois de ir à casa de banho? Porque ainda que usando várias camadas de papel, AS BACTÉRIAS PASSAM!
Outra técnica do defecador metrossexual ou das fêmeas, é a tentativa de ocultar a sonoridade do acto liquido ou sólido.
Será que acham que há a hipótese de as pessoas no exterior da casa-de-banho pensarem que vamos para lá meditar ou para fazer pasteis de bacalhau?
Deixem-se disso!
Quanto mais silêncio há, maior é a probabilidade de estarem a alimentar um mercado de apostas ilegais. A tarefa mais chata será a do responsável pela avaliação olfactiva.
"E temos... (snif, snif) BOSTA!"