O estripador de Lisboa
Por algum tempo julguei ter implantada em mim uma memória falsa. Para além da série "Policias", nada mais comprovava a existência do artista.
Antes de começar a escrever este post, resolvi tentar mais uma pesquisa no Google. Desta vez obtive resultados. "O estripador de Lisboa" existiu (ou existe). Afinal não imaginei os noticiários da RTP a abrir com mais uma prostituta estraçalhada. Portugal tinha mesmo cativado a simpatia de um assassino em série. Mas ele não se ficava por aí, também praticava a artes de talhante e de cirurgião nos corpos das desafortunadas prostitutas. Neste artigo do Correio da Manhã, vem bem detalhado o que o menino fazia às meninas (seus sádicos, não vão resistir).
O que interessa aqui, é que vocês podem muito bem estar a ler o blog d' "O estripador de Lisboa" (só tenho que vos convencer que, com 8 anos, já era versado nas artes do estripamento).
"Todos os homicídios foram cometidos de noite – o que sugere um solitário. O assassino, de acordo com o retrato psicológico, é um homem só, sem relação com as vítimas e com registo criminal imaculado e acima de qualquer suspeita."
Este foi o perfil a que chegou a P.J. e que se acreditava encaixar no criminoso. Ora nesta descrição, se acrescentarem "mete-nojo" e "atrasado mental" atingimos a perfeita e total descrição do jovem Jorge.
Antes de começar a escrever este post, resolvi tentar mais uma pesquisa no Google. Desta vez obtive resultados. "O estripador de Lisboa" existiu (ou existe). Afinal não imaginei os noticiários da RTP a abrir com mais uma prostituta estraçalhada. Portugal tinha mesmo cativado a simpatia de um assassino em série. Mas ele não se ficava por aí, também praticava a artes de talhante e de cirurgião nos corpos das desafortunadas prostitutas. Neste artigo do Correio da Manhã, vem bem detalhado o que o menino fazia às meninas (seus sádicos, não vão resistir).
O que interessa aqui, é que vocês podem muito bem estar a ler o blog d' "O estripador de Lisboa" (só tenho que vos convencer que, com 8 anos, já era versado nas artes do estripamento).
"Todos os homicídios foram cometidos de noite – o que sugere um solitário. O assassino, de acordo com o retrato psicológico, é um homem só, sem relação com as vítimas e com registo criminal imaculado e acima de qualquer suspeita."
Este foi o perfil a que chegou a P.J. e que se acreditava encaixar no criminoso. Ora nesta descrição, se acrescentarem "mete-nojo" e "atrasado mental" atingimos a perfeita e total descrição do jovem Jorge.
Quando iniciar a minha carreira, vou começar pelos leitores deste blog.
Será que assim vos convenço a manterem-se afastados deste pedaço de merda literária?
Será que assim vos convenço a manterem-se afastados deste pedaço de merda literária?