O Lidl tem um sósia do Manuel Cavaco
Fui forçado por uma pessoa que muito estimo (recorreu a arma de fogo e cães esfomeados) a seguir esta edição da Casa dos Segredos.
Não prestava a devida atenção a este tipo de programa desde o Big Brother 2 mas já sabia que o casting havia evoluído bastante e que era devidamente orientado para que se encontrassem os mais reles habitantes do Barreiro e da Brandoa.
Fui surpreendido pela forma engenhosa como a produção conseguiu resolver aquele problema que era o facto dos concorrentes terem vontade própria do público ter (alegadamente) algo a dizer no que toca a votações: criaram um jogo sem regras.
Removeram com grande mestria o manto da desconfiança porque agora já não têm qualquer necessidade de manipular o que quer que seja porque só chega a votações quem eles quiserem.
Como se não bastasse uma deslealdade constante para com pessoas que estão à mercê dos caprichos de uma entidade superior que se chama "A Voz", através da qual momentos que deveriam ser privados entre concorrentes passam a ser difundidos publicamente, ainda temos que levar com um Badaró-Fernando-Mendes feminino que bebeu (bastante) licor de Paulo Portas e que simplesmente não sabe como parar com o chorrilho de trocadilhos.
E o que dizer da classe que é enunciar em horário nobre o número de dedos necessários para levar ao limite a cavidade vaginal de uma concorrente?
Se por um lado tudo isto me gera uma profunda irritação, por outro fico agradavelmente feliz com a forma engenhosa como conseguiram apreender gado que tem idade suficiente para fornicar no ecrã e em simultâneo ter como missões fazer caretas, bandeiras de piratas, recebendo prémios tão fantásticos como moedas de chocolate. Ai Casa Pia, Casa Pia...
Tens que rever essas amizades.
ResponderEliminarEsse penúltimo parágrafo assustou-me um bocadinho.
ResponderEliminarOntem ouviram-se coisas como "tu é que és uma badalhoca, vai lavar-te por baixo"...
Eliminar