Trivialidades meteorológicas
Espanta-me que depois de tanto se escrever sobre o tempo, o elevado calor, o frio extremo, meses de chuva sem descanso, ninguém tenha dado a devida atenção à mutação dos detritos nasais.
O que mais me incomodou neste verão de calor elevado e muito seco foi, sem dúvida alguma, o endurecimento da matéria que se deposita com regularidade no nariz. A falta de humidade transforma aquilo em algo com dureza equiparável à de um rubi.
Surpreenda o seu companheiro de elevador. Não lhe fale do tempo que faz hoje, pergunte-lhe antes qual a consistência dos seus burriés com uma humidade relativa de 3% ou tente não escorregar neles quando se registarem 95%.
Eu gostava que alguém falasse na humidade axilar... mas está difícil.
ResponderEliminarVivo em Madrid...estou habituada à falta de humidade e consequentemente, às durezas nasais. As quais, frequentemente, se transformam em feridas e sangue a escorrer.
ResponderEliminarEu cá prefiro. Mil vezes. São mais facilmente enroláveis e ideais para a treinar a pontaria.
ResponderEliminarMagoo o teu corazón?
ResponderEliminarOh piston, não sejas maricas, pah!
Helena, que estais fazendo no terreiro do playboy?
ResponderEliminarAnouc, essa fica para ti.
ResponderEliminarJuanna, cenário encantador.
Sissi, eh macho!
Ora, é giro. Diz lá se não gostavas de cá vir passar uns dias a ver se te acontecia o mesmo?
ResponderEliminar