2008-06-16

Intolerância



Seinfeld é para mim um Deus. Este senhor já explorou a teoria de quase tudo no que toca a relações homem-mulher.

O vídeo não que está acima, não é o que procurava mas também serve para exemplificar a irracionalidade da percepção que uma pessoa pode ter da outra.
A quantos de vocês é que já aconteceu achar uma pessoa extremamente bonita (mesmo sem álcool) e numa outra ocasião achar que essa mesma pessoa deveria ser recusada até por um leão esfomeado?
É para mim um mistério perceber a natureza destas pessoas polimórficas. Será uma questão de iluminação? Será que a Manuela Moura Guedes se assemelha a um ser humano quando está ao Sol?

Avançando para outra situação e explorando algo que está muito bem ilustrado neste texto, gostaria de saber qual foi a coisa mais insignificante pela qual acabaram uma relação (ou nem sequer a chegaram a começar).

Seinfeld acabou uma relação porque a moça não aceitou uma fatia de tarte (a melhor de New York) e não explicou porquê. Limitou-se a acenar com a cabeça sinalizando que não a ia comer.

Piston já "driblou" algumas hipotéticas relações porque as moças (ou São Bernardos):
  • Falavam alto
  • Cheiravam mal da boca
  • Tinham uma gargalhada estranha
  • Eram burras
  • Eram umas "Two Faced"
Para já, nada de anormal de especial.
E se eu vos disser que um destes caso envolve uma moça que têm os dedos anormalmente gordos? Verdade! Só os dedos. Não é o rabo, não é a barriga, são os DEDOS!

Digam-me por favor que são portadores de tal patologia mesquinha, que são estúpidos que nem uma porta, que são uns calhaus de primeira apanha, que merecem levar com uma marreta nos pés até revirarem os olhos e começarem a falar em latim de trás para a frente, que metem mais nojo que uma peça de roupa interior de Ana Malhoa e que são esquisitos como este que vos escreve.

8 comentários:

  1. Nunca terminei um relacionamento pelas seguintes razões, mas muitos pseudo-qualquer coisa ficaram-se por aí mal reparei que:
    Tinha mãos feias e roía as unhas;
    Fazia barulho a beber água;
    Mastigava pastilha de boca aberta;
    Uso, de quando em vez, da 2ª pessoa plural em vez do singular: "Já vistes aquele filme?? Já acordastes? Fostes lá?";
    Demasiados pêlos no peito, mas mau mesmo é nas costas!!;

    E fico-me por aqui...que já devo ter ferido a susceptibilidade de muito troll que por aí anda!

    ResponderEliminar
  2. Eheheh... Curioso, eu tive de acabar com uma tipa que queria que eu depilasse os meus pêlos do peito.

    Quando fodiamos ela agarrava-se àquela merda como se estivesse a mondar ervas daninhas.

    Tive de acabar com aquela merda antes que ela se lembrasse de cera quente e outras cenas sado-maso...

    ResponderEliminar
  3. Possivelmente vai cair no ridículo...

    Uma ex era devota a Deus, a caminhar para o "beata"!
    Já revirava os olhos com isto...

    ResponderEliminar
  4. Pelo genial Seinfeld:

    Como seria o mundo se as pessoas dissessem sempre o que lhes vem à cabeça? Quanto duraria um encontro, se assim fosse? Cá para mim, uns treze segundos.
    - Desculpa, mas o teu rabo é grande demais.
    - Não faz mal. Tu também tens um hálito péssimo. Até logo.
    - Tudo bem.
    - Adeus.
    - Ok.
    - Obrigada.

    ResponderEliminar
  5. Nunca acabei um relacionamento por essas razões, mas perdi o interesse ou nem sequer cheguei a ganhá-lo por homens que:
    - tinham mãos feias e mal tratadas.
    - cheiravam a sovaquinho do tipo cebola refogada.
    - tinham mau hálito.
    - falavam com erros.
    - gostavam de música que detesto.

    Sou esquisita, pois sou!

    ResponderEliminar
  6. Maria, mas isso era temporário! Má!

    Pips, o que são demasiados pelos no peito? Dava para usar como esfregão?

    Anónimo, a sua conduta é inaceitável. Vamos a parar com a merda da asneirada.

    Osga, isso era mais uma razão para manter a relação. Há algo que te podesse fazer sentir mais poderoso que roubar uma "namorada" a Deus?
    Eu começava a insistir que só fazia sexo aos domingos de manhã.

    Nikky, seria o mundo ideal. Não se perdia muito tempo.

    Ana, só essa da música é que é mais duvidosa. Namorada tipo Nazi.

    ResponderEliminar
  7. Nazi?...Nah...nem por isso... E a da música não é duvidosa. Lá dizia o Rui Veloso "não se ama alguém que não escuta a mesma canção". Impensável gostar de alguém que entope os ouvidos com brasileiradas tipo Ivete Sangalo e música dita sertaneja ou com Buraka Som Sistema! Os meus ouvidos são sensíveis!

    ResponderEliminar