euvi@tvi.pt - Constança Cunha e Sá
Só tive o prazer de ver o programa "Cartas na Mesa" em duas ocasiões: na sua estreia e hoje, dia 27 de Outubro.
No primeiro visionamento ficou patente na minha frágil memória que a jornalista tinha sido atacada por demência ou incompetência súbita. Nunca antes uma profissional de informação da TVI transbordou tanta arrogância e falta de preparação para uma simples entrevista (sem contar com a vossa directora).
Não sei como é que a senhora conseguiu mas a pontaria era fantástica. Cada vez que ela fazia peito, convencida de que ia lançar uma grande bomba, o entrevistado rapidamente respondia que o que ela tinha acabado de afirmar que era preto, afinal estava comprovado há muito tempo que era branco. Era mais ou menos como se ela me colocasse a seguinte questão:
- Como é que o senhor Piston explica aos portugueses o facto de ter um pénis com 3 metros de raio?
- A Constança está enganada. Tenho fotos que podem comprovar que eu possuo uma vagina e que, na verdade, sempre fui uma mulher, embora muito feia.
Hoje fui surpreendido pela mesma senhora. Pensava sinceramente que depois da estreia ela teria sido encontrada, pendurada pelo pescoço, à sombra de um sobreiro.
Como é que se mantém uma profissional desta craveira no activo?
O que vi foi deveras um pedaço de entretenimento memorável. A nossa querida Constança faz cara de má, prepara uma pergunta, coloca-a, quando percebe que o entrevistado não fica encavacado interrompe, comenta, riposta, etc...
Quando uma jornalista tem tanto protagonismo quanto o entrevistado, alguma coisa está mal. Não é suposto a mesma deixar que a pessoa responda?
E aquela cara? Terá sido trombose ou será que ela acha que, por ser incompetente, pode compensar com uma expressão intimidatória?
Se por acaso ela está a tentar seguir um qualquer modelo profissional, acho que está na hora de começar a meter baldes de botox nos lábios...
No Natal o meu presente eu quero que seja, Constança e uma moto-serra, Constança e uma moto-serra, tiririririuu.


