Finalmente!
Leia-se o P.S. 2 deste post.
Claro que tive que enfrentar as consequências.
Quem anda de mota há alguns anos sabe que é inevitável dar uma queda ou outra. Já as tinha dado, a baixa velocidade, e sempre sem danos de maior.
Hoje, pela primeira vez, quando circulava de forma totalmente irregular numa estrada nacional, no limbo entre a contra-mão e a faixa correcta, lixei-me.
Um senhor decide virar para a esquerda, eu apercebo-me, travo, buzino, espeto-me contra ele, caio no chão.
O capacete, que era praticamente novo, assim se mantém. Jerry Seinfeld é que a sabe toda: os capacetes usam-nos para se protegerem. Resultou.
Danos mínimos na mota.
Ligeiro esmagamento da pata direita.
Levanto-me rapidamente, levanto a mota, encosto-a fora da faixa de rodagem.
O segundo interveniente no acidente sai do carro rapidamente e dirige-se a mim, visivelmente nervoso e preocupado:
- Então você não viu o pisca?
- O que é que acha? - respondo eu a ferver.
Controlei o meu mau génio e racionalizei a culpa que era totalmente minha.
Disse-lhe que estava tudo bem, que não se preocupasse. Os danos no carro limitavam-se a um risco e, coincidência do catano, o homem estava para pintá-lo e disse que não queria nada de mim.
Despedimos-nos com um carinhoso linguado e uma palmadinha no rabo.
Claro que tive que enfrentar as consequências.
Quem anda de mota há alguns anos sabe que é inevitável dar uma queda ou outra. Já as tinha dado, a baixa velocidade, e sempre sem danos de maior.
Hoje, pela primeira vez, quando circulava de forma totalmente irregular numa estrada nacional, no limbo entre a contra-mão e a faixa correcta, lixei-me.
Um senhor decide virar para a esquerda, eu apercebo-me, travo, buzino, espeto-me contra ele, caio no chão.
O capacete, que era praticamente novo, assim se mantém. Jerry Seinfeld é que a sabe toda: os capacetes usam-nos para se protegerem. Resultou.
Danos mínimos na mota.
Ligeiro esmagamento da pata direita.
Levanto-me rapidamente, levanto a mota, encosto-a fora da faixa de rodagem.
O segundo interveniente no acidente sai do carro rapidamente e dirige-se a mim, visivelmente nervoso e preocupado:
- Então você não viu o pisca?
- O que é que acha? - respondo eu a ferver.
Controlei o meu mau génio e racionalizei a culpa que era totalmente minha.
Disse-lhe que estava tudo bem, que não se preocupasse. Os danos no carro limitavam-se a um risco e, coincidência do catano, o homem estava para pintá-lo e disse que não queria nada de mim.
Despedimos-nos com um carinhoso linguado e uma palmadinha no rabo.