Sabedoria popular
"A morte não se deseja a ninguém!"
É um facto inegável. A morte, quando muito, deseja-se a alguém. Desejar a morte a ninguém é estúpido e nem dá pontos na caderneta de ruindade.
Eu, por exemplo, desejo a morte a muitos milhões de pessoas. Há que poupar os recursos naturais. O planeta está a ficar pequeno, precisamos de espaço.
Desejo também a morte de quem está constantemente, por tudo e por nada, de uma forma completamente ridícula e injustificada, a invocar expressões como "democracia" e "estado de direito". O que não é aceitável num estado de direito é ter tantos boiadores com tempo de antena.
"Quem anda à chuva molha-se!"
Por pura inveja da genialidade de quem inventou esta, acho que também lhe desejo a morte, mesmo que já tenha morrido há muito.
É um facto inegável. A morte, quando muito, deseja-se a alguém. Desejar a morte a ninguém é estúpido e nem dá pontos na caderneta de ruindade.
Eu, por exemplo, desejo a morte a muitos milhões de pessoas. Há que poupar os recursos naturais. O planeta está a ficar pequeno, precisamos de espaço.
Desejo também a morte de quem está constantemente, por tudo e por nada, de uma forma completamente ridícula e injustificada, a invocar expressões como "democracia" e "estado de direito". O que não é aceitável num estado de direito é ter tantos boiadores com tempo de antena.
"Quem anda à chuva molha-se!"
Por pura inveja da genialidade de quem inventou esta, acho que também lhe desejo a morte, mesmo que já tenha morrido há muito.