Violência policial? Eu gosto!
Estão a multiplicar-se os casos de alegada violência policial. Sinto que tenho algumas fezes para arremessar acerca deste tema.
Convivi durante alguns anos com a polícia de forma muito próxima e posso dizer-vos que me safaram o pêlo várias vezes. Posso também dizer-vos que recebem miseravelmente e têm condições de trabalho bastante más.
A violência policial existe, obviamente, e testemunhei-a algumas vezes. Asseguro-vos que não apreciei mas, ainda assim, tenho a tendência a não tomar o partido dos anjos que são recorrentemente oprimidos, pobrezinhos.
Os últimos casos que vi na televisão levam-me a ter zero empatia pelas alegadas vítimas:
Dirigente sindical acusado de desobediência
Manifestantes protestaram em frente à Assembleia da República. Terminados os protestos decidem que só querem sair dali (porque é o caminho mais curto) por onde a PSP diz que não podem passar. Imagine-se que não queriam aquela gente tão pacifica em frente à residência oficial do pano-de-lavar-chão-Sócrates. Parece-me uma justificação razoável.
Os manifestantes decidem confundir estado de direito com anarquia. Forçam um confronto com a PSP porque estão com as costas quentes: comunicação social a registar os acontecimentos. O sindicalista inofensivo rompe a barreira policial e, como é óbvio, é totalmente inocente. Qual desobediência qual quê! Os policias são uns fascistas isso é que é!
PSP espanca um moço na margem sul
Admitamos que realmente a PSP decidiu que estava uma linda noite para partir a cara a um puto, escolhido aleatoriamente, e que a melhor forma para o fazer seria com muitas testemunhas a assistir. A este vil ataque estes santos decidem responder com churrascos automobilísticos. Vocês batem no meu amigo nós queimamos propriedade alheia. Parece-me lógico e valida a inocência destes cidadãos modelo.
Acho que toda a gente sabe o que são as claques e para que servem. São grupos organizados de gente que quer atar os atacadores mas que não tem o QI suficiente. Se juntarmos o cérebro de 6 deles é quase certo que os conseguimos ensinar a utilizar ferramentas básicas para partir nozes.
Na minha conservadora opinião qualquer elemento que pertença a uma das claques dos três grandes deveria acordar com violentas pancadas dadas com um tubo de canalização. Teriam direito a uma pausa para almoçar mas, durante o resto do dia, deveriam ser espancados sem descanso.
Vi os acontecimentos do último jogo como um bónus para o espectáculo. As pessoas só pagaram pelo jogo e ainda tiveram direito a ver uma claque a mamar forte e feio. Sortudos.
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ResponderEliminarOs teus "o outro lado ---->" estão mal.
ResponderEliminarImporta-se de elaborar?
ResponderEliminarDe todo:
ResponderEliminar1. "Deste lado", o das coisas apresentadas de forma "normal", a indicação "o outro lado" devia manter-se também ela normal. Porque? Porque cria curiosidade (não é bem este o termo, mas adiante): Qualquer coisa tipo, "Afinal o que é o outro lado?" e não dando logo indicação do é. Isto é: Não estraga a surpresa.
2. Do lado em espenho, "agora" que já o conhecemos, faz sentido que "o outro lado" esteja também em espelho.
Em suma, deve que existir alinhamento entre a forma de apresentação dos lados e a página em que nos encontramos que por sua vez, tem um efeito psicológico de comprometimento mais profundo.
lol. consultês.
Um de nós comeu alguma coisa estragada.
ResponderEliminarNão sei se é a mensagem que não é clara ou se fui eu que andei a tirar coisas do caixote do lixo.
tou?
ResponderEliminarEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarEstou sim, quem fala?
ResponderEliminarNão estou a ouvir bem, vai para um sitio com rede sff.
ResponderEliminarNão é daqui. Estou com a rede no máximo.
ResponderEliminarwtf
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