2017-03-06

O Viking, a Mónica e eu.

Há mais de uma década que várias amigas revelam um fascínio incompreensível pelos shows de strip no Viking e que me querem lá levar apesar de não demonstrar qualquer interesse no tema.
No Sábado vi o evento pela segunda vez e posso dizer-vos que nunca temi tanto pela minha integridade física.

Mónica, a sucessora de Fabiana, selecciona todas as noites duas vítimas com as quais interage fisicamente, uma por cada espectáculo.
Por me encontrar sentado mesmo junto ao palco (e ainda sem saber o quão mau seria o que se seguiria), movia-me lentamente, como quem tenta não chamar a atenção de um predador.

O escolhido foi um rapaz novinho, muito sossegado, que não ostentava o mais pequeno indício de fanfarronice.
Mónica puxou-o para o palco, muito contra a vontade do próprio, que cedeu à pressão dos amigos e à imposição física da striper, dando início a cerca de 10 minutos de tortura.

Começou por ordenar (acreditem que é o verbo correcto) que ele lhe desse palmadas no rabo. Face ao fraco desempenho do moço, Mónica foi gritando com ele até que o espancamento do seu traseiro atingisse a violência necessária.
Em seguida fez com que um muito imberbe ser lhe tocasse em todas as partes íntimas do corpo, havendo direito (obrigação) a contacto com vagina desnudada e a sua cara.
Apesar da Mónica ter colocado as mãos entre a genitália e a vítima, pareceu-me pouco diplomático.

A caganita-de-cabra no topo do bolo-de-terra foi quando Mónica decidiu inverter os papéis.
Posicionou o menino num ângulo de 90 graus, agarrado ao varão, e vá de lhe aviar no rabo com um cinto de cabedal. Foram três vergastadas, bem espaçadas, de forma a permitir que o terror crescesse dentro de si.

Não deixem de lá levar todos os vossos colegas de trabalho mais irritantes.

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