2014-01-10

5 de Janeiro de 2014 - O dia em que a extrema-direita benfiquista se sentiu extremamente confusa

Nunca percebi a verdadeira importância do Eusébio até ao passado Domingo.
Sabia, como é óbvio, que havia sido um excelente jogador, que tinha uma grande paixão pelo Benfica e que era estimado por muitos. Desconhecia que era adorado por tantos.

Ao longo das exaustivas horas de cobertura do evento, foi com alguma surpresa que me apercebi que ele era verdadeiramente respeitado não pelo seu extenso palmarés mas sim pela nobreza dos seus gestos em campo e pela postura humilde que manteve até ao fim.

Foi um dia especialmente duro para os seres bi-neurais, das claques, que torcem pela cor vermelha.
É complicado lutar contra o neurónio que diz "comemora, morreu mais um preto" quando o outro diz "tens que ficar triste, morreu um preto que marcou buéda golos pelo Benfica".

Vidas.

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