2012-02-28

Cavalheirismo condicional

Acredito no cavalheirismo e pratico-o com frequência (raramente). Partilho da opinião de que se um homem tiver a oportunidade de ser especialmente educado e atencioso para com uma mulher, deve fazê-lo com naturalidade e sem grandes dramas.

Concentremo-nos  agora na máxima "numa mulher não se bate nem com uma flor". Há algumas condições que podem invalidar essa boa conduta.

Durante uma entrevista a Vítor Norte, acerca da detenção da sua filha por suspeita de tráfico de droga, uma jornalista da TVI, que devia estar agradecida pelo privilégio que é um pai aceitar falar de um assunto tão delicado, solta a pergunta que podem verificar aos 9:56. Vítor desilude-me continuando a entrevista de forma civilizada. Se estivesse nos sapatos dele teria pegado num pierrot, pelos tornozelos, e teria batido com ele na fétida jornalista até que ambos estivessem mortos.

3 comentários:

  1. A jornalista é uma besta. Ponto. Mas também, deixou-se levar pelo discurso do pai revoltado - mais com a própria filha do que com o que havia acontecido. Depressa percebeu que aquilo não foi nenhuma fatalidade, mas sim um acto consciente, que ela repetiria as vezes que fossem necessárias se não tivesse sido apanhada. Pelo menos, não caiu no disparate da mãe, que lhe chamou "tragédia".

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  2. agarrar num pierrot pelos tornozelos é de génio.

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  3. Mariam, é uma jornalista que está dentro dos parâmetros normais da profissão.

    Susana, há quem o faça com bebés nas esquinas de paredes.

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