2011-09-06

Perdão? O que é que me vais fazer?

Consumam esta informação:



Não sei de que país é este tipo mas eu lembro-me perfeitamente disto me acontecer algures na primária, apenas uma vez e não faço ideia de quem era o tipo (deveria ser médico ou pedófilo). Não fui "testado" isoladamente, estava com mais três colegas na sala. Recordo-me de que naquela altura a elasticidade do equipamento era muito reduzida e de que arregaçar as peles não era de todo tarefa que ocorresse de forma indolor mas, ainda assim, a surpresa de tal actividade e a necessidade de manter uma postura de macho (?), forneceram-me a força para não me queixar. Fiquei imóvel e aguentei como um menino-grande-que-tem-um-desconhecido-a-mexer-lhe-na-pila.

Estou sozinho nesta situação? Também vocês decidiram recalcar isto, seus maricas?

6 comentários:

  1. Isso é altamente estranho e assustador.

    Se me fizessem isso eu sentir-me ia muito desconfortável.

    Adenda: Não tenho uma pila.

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  2. Se isso efectivamente me aconteceu, está muito recalcado, devendo estar na gaveta das recordações sobre os jogos em que o SLB levou tareia...

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  3. Eu que não estudei numa escola portuguesa, mas em Portugal, também passei por este processo de "vistoria". Era o terror dos rapazes! Íamos sempre aos pares e para as meninas era tudo mais fácil. Era ficar de cuecas, ser pesada, medida, levar os dedos aos pés com as pernas esticadas e em cima de um espelho qualquer, coisas simples.

    Lembro-me vagamente, devia ter entre 8 ou 10 anos, mas sei que isto foi feito por uma enfermeira, não pela professora de ginásio.

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  4. ó valha-nos deus nosso senhore. então o menino vivia tão feliz assim com aquela realidade e vão assim virar-lhe o mundo ao avesso...

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  5. Ai que giro. Fiquei a saber que, então, era isso que faziam aos rapazes...

    Também eu estudei numa escola não portuguesa, mas em Portugal, como a Poisoned Apple. Íamos à enfermaria e era lá que eramos avaliados.

    Quem não tinha pilinha, não tinha que a mostrar. Nem o que devia estar no lugar dela nem nada. Uma paz.

    Sans trauma, sans peine, sans répressions.

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  6. Eu também vi amigos meus serem analisados.
    Aliás tinha tanto trauma que deixei a natação por causa da cena de estar nu nos balneários e as dos outros serem maiores que a minha!

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