2009-04-13

Sabedoria popular

"A morte não se deseja a ninguém!"

É um facto inegável. A morte, quando muito, deseja-se a alguém. Desejar a morte a ninguém é estúpido e nem dá pontos na caderneta de ruindade.

Eu, por exemplo, desejo a morte a muitos milhões de pessoas. Há que poupar os recursos naturais. O planeta está a ficar pequeno, precisamos de espaço.

Desejo também a morte de quem está constantemente, por tudo e por nada, de uma forma completamente ridícula e injustificada, a invocar expressões como "democracia" e "estado de direito". O que não é aceitável num estado de direito é ter tantos boiadores com tempo de antena.

"Quem anda à chuva molha-se!"
Por pura inveja da genialidade de quem inventou esta, acho que também lhe desejo a morte, mesmo que já tenha morrido há muito.

4 comentários:

  1. Eu, por exemplo, desejo a morte a quem inventou o frio. E a quem chama roto ao meu gato.

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  2. E que tal desejá-la ao São Pedro? Esta chuva não dá com nada ;D

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  3. Sophie, não tenho culpa que coloques acessórios apaneleirados no gato!

    R., a uma divindade? Nunca! Por quem me tomas?

    Alexandra, tem dias, tem dias...

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