2008-10-29

Dilemas que Dilaceram a minha Alma

Se fosse obrigado a optar entre manter a capacidade eréctil ou a de manter a continência fecal, não sei por qual das duas deveria optar.

São estas pequenas coisas que me preocupam e que ocupam a minha reduzida capacidade mental.

2008-10-27

euvi@tvi.pt - Constança Cunha e Sá

Estimada equipa de redacção da TVI,

Só tive o prazer de ver o programa "Cartas na Mesa" em duas ocasiões: na sua estreia e hoje, dia 27 de Outubro.

No primeiro visionamento ficou patente na minha frágil memória que a jornalista tinha sido atacada por demência ou incompetência súbita. Nunca antes uma profissional de informação da TVI transbordou tanta arrogância e falta de preparação para uma simples entrevista (sem contar com a vossa directora).
Não sei como é que a senhora conseguiu mas a pontaria era fantástica. Cada vez que ela fazia peito, convencida de que ia lançar uma grande bomba, o entrevistado rapidamente respondia que o que ela tinha acabado de afirmar que era preto, afinal estava comprovado há muito tempo que era branco. Era mais ou menos como se ela me colocasse a seguinte questão:
- Como é que o senhor Piston explica aos portugueses o facto de ter um pénis com 3 metros de raio?
- A Constança está enganada. Tenho fotos que podem comprovar que eu possuo uma vagina e que, na verdade, sempre fui uma mulher, embora muito feia.

Hoje fui surpreendido pela mesma senhora. Pensava sinceramente que depois da estreia ela teria sido encontrada, pendurada pelo pescoço, à sombra de um sobreiro.
Como é que se mantém uma profissional desta craveira no activo?

O que vi foi deveras um pedaço de entretenimento memorável. A nossa querida Constança faz cara de má, prepara uma pergunta, coloca-a, quando percebe que o entrevistado não fica encavacado interrompe, comenta, riposta, etc...

Quando uma jornalista tem tanto protagonismo quanto o entrevistado, alguma coisa está mal. Não é suposto a mesma deixar que a pessoa responda?
E aquela cara? Terá sido trombose ou será que ela acha que, por ser incompetente, pode compensar com uma expressão intimidatória?

Se por acaso ela está a tentar seguir um qualquer modelo profissional, acho que está na hora de começar a meter baldes de botox nos lábios...


No Natal o meu presente eu quero que seja, Constança e uma moto-serra, Constança e uma moto-serra, tiririririuu.

2008-10-15

Portugal! Portugal! Portugal!

Finalmente voltámos ao normal. Já não era sem tempo!
Espero que o Cristiano Ronaldo não ganhe a bota de ouro. Não tenho nada contra ele, mas tenho contra os tugas que não iam calar a boquinha assim que o vencedor fosse anunciado.

Portugal precisa de algo para se poder entreter, para ajudar a esquecer os problemas?
Usem drogas ou ofereçam pasteis de querosene à direcção de informação da TVI e larguem-lhes o fogo.

2008-10-10

Sócrates, o Super-Herói

Ao ler esta notícia, fiquei com a clara ideia de que vivemos numa série televisiva.

O protagonista, José Sócrates, já passou por várias seasons e tem conseguido assegurar que a série não é cancelada prematuramente.
Crises, greves, paralisação dos camionistas, líderes da oposição, diplomas duvidosos... O homem resiste a tudo!

Será que o Zézito vai aguentar o madeirense áspero (bom nome para marca de papel higiénico ou tabaco)?
Será que Manuela Ferreira Leite vai aguentar esta poderosa investida?
Será que Santana Lopes vai concorrer de novo à presidência do PSD?
Será que Santana Lopes não se manca?
Será que Santana Lopes foi contratado pelo Criador para ser o bobo da nossa corte?
Será que Santana Lopes me pode cortar as unhas dos pés enquanto dança o Cancan?

Alguém se lembra de que este senhor ameaçou abandonar a vida política por causa de uma piada feita no felizmente finado, Big Show SIC?

E concretizar? Era tão bom...

2008-10-09

Salvem-me!

Apercebo-me de que não estou de todo em excelentes condições mentais quando, do nada, às 2:37 da madrugada, começo a cantar em falsete o genérico da série Baywatch.

Nuca? Revólver? Por favor?

2008-10-08

Coerência

As pessoas que dizem "não se deseja a morte a ninguém" são as mesmas que proferem a seguinte sentença, cheia de sabedoria e compaixão:

- Era atá-lo a um pinheiro e largar-lhe o fogo!